sexta-feira, 16 de março de 2012

POEMA DO AMOR E O VENTO


O amor é uma semente
Que não se planta no chão;
Ela nasce no coração!
Se esta semente, é do bem, ela germina o bem,
Se ela germina o mal...
o amor, sincero e puro faz você alegre, feliz,
Mas este amor é falso, mentiroso,
Você não pode ser feliz...

O amor é como o vento não se pega, não se ver,
Ele é algo invisível, só sente nop coração
Quando começa a sofrer...

O amor! É como o vento no veleiro, leva , vem e vai...
É como as ondas do mar. Que o vento vai levar!!

Escrito por Lídia Pinheiro De Moura

OBRIGADA MEU DEUS!!

quinta-feira, 15 de março de 2012

DECLARAÇÃO A RECIFE



Recife
Terra de encantos mil
Recife
A Veneza brasileira
Teus rios cortando
As tuas lindas ruas
Capibaribe
Beberibe
E as lindas praias
Banhando as tuas lindas
Terras
Recife
De Bandeira
Cabral
Penna Filho
E Clarice Lispector
Que colou em seu coração
O teu carinho com os visitantes
Recife
De Gonzagão
Geraldo azevedo
Alceu e Dominguinhos
Recife
Do frevo
Maracatu
E o galo da madrugada
Recife
Tua culinária
Nos encanta e sacia
A nossa fome
Meu Recife querido
Capital de Pernambuco
Estou em teus seios
Abrigado e recebendo
Seus carinhos
Quero te amar muito
Assim como um novo amor
Que entra em nosso coração
Nos deixando uma sensação
De muitas felicidades
Recife de Senhora do Carmo
Abençoe o teu povo dando paz
Carinho e muita prosperidade
E a mim Recife
Continue me abraçando
Carinhosamente
Já que me deste um amor
E quero cultivar esse amor
E aprender a te amar
Como meu segundo berço
Por isso hoje eu te digo
Já estais em meu coração
Minha doce Veneza brasileira
RECIFE

Israel Batista

quarta-feira, 14 de março de 2012

RECIFE E A GASTRONOMIA


Recife está crescendo
No canto e na poesia
No turismo também está
Nos trazendo a alegria
Um mercado que está crescendo
É o da gastronomia

Precisamos de jovens
Ativos e capacidos
Para o mercado de trabalho
E temos que está preparados
Hotelaria, bares e restaurantes
São alvos bem visados

Vamos nos capacitar
Digo sem restrição
Fazendo todos os cursos
Que temos nas mãos
Pois é um passo certo
Para a nossa realização.

Garçom , bartende e cozinheiro
Para o ramo de hotelaria
Bares, restaurantes e cruzeiros
Digo sem demagogia
É uma área que dar dinheiro
E nos enche de alegria

No SENAC tem cursos
Para nos preparar
Resta você meu amigo
Isso logo buscar
Seu futuro tá em jogo
Não vá despediçar.

Israel Batista

*Ofereço este poema aos meus colegas do curso de garçom aqui no SENAC de Recife em especial ao monitor Adriano Santos.

segunda-feira, 12 de março de 2012

ATÉ A MERENDA ESCOLAR


Os políticos brasileiros
são todos da mesma laia
... mutreta e maracutaia
aloprado e mensaleiro

todos loucos por dinheiro
vão construindo conchavo
arrancam o último centavo
sem importar quais critérios

saqueiam os ministérios
arrebentam com o tesouro
é tudo a peso de ouro
arrancado do orçamento

e sem o menor constrangimento
grandona sem resistência
acabaram a previdência
com maracutaia e farsa

o político e seus comparsas
raramente são punidos
de tudo o que é mais doído
a conta vamos pagar

e depois de roubar tanto
de roubar por todo canto
roubam a merenda escolar.

Tiburcio Bezerra

domingo, 11 de março de 2012

O PECADO DO OLHAR


O TEU OLHAR
... É UMA LUZ INCANDESCENTE
TEM UM BRILHO TRANSLUZENTE
EO PODER DOS RAIOS X

O TEU SORRISO
É UMA OBRA PERFEITA
BEM ACABADA E BEM FEITA
PARA ME FAZER FELIZ

O TEU SORRISO
E A EXPRESSÃO DO TEU ROSTO
É UM TESTEMUNHO EXPOSTO
DAS OBRAS DO CRIADOR

O TEU SORRISO
EU ADMIRO E ACHO LINDO
A QUALQUER HORA ELE É BEM VINDO
COMO MENSAGEM DE AMOR

AO TEU SORRISO
NÃO CONHEÇO NADA IGUAL
NEM O PECADO ORIGINAL
QUE É O PECADO DO AMOR

E SE É PECADO
OLHAR PRA TI COMO EU TE OLHO
MAS EU VEJO NOS SEUS OLHOS
QUE VOCÊ TAMBÉM PECOU

Tiburcio Bezerra

DANÇA MINHA GENTE


Dança minha gente dança
O forró tem que continuar
Os jovens estão dançando
Casais se amando
Com este ritmo no ar
O forró resurgiu
E o povo aplaudiu E agora é hora de dançar (bis)

Ê Ê Ê, Ê Ê Ê A
Um forró bem tocado
É uma beleza
E com certeza
Vou querer também dançar

Êta forró animado
O sanfoneiro não para de tocar
O tempo está passando
E o forró esquentando
E eu não paro de falar
Que o forró ressurgiu
E o povo aplaudiu E agora é hora de dançar (bis)

Clementino / Israel Batista

sábado, 10 de março de 2012

CIRCUITO DA POESIA

Cantor e compositor Capiba na Rua do Sol

O Circuito da Poesia é constituído pelas estátuas de Antônio Maria (Rua Bom Jesus), Joaquim Cardozo (ponte Mauricio de Nassau), Capiba (Rua do Sol), Carlos Pena Filho (Praça da Independência), João Cabral de Melo Neto, na Rua da Aurora; Manoel Bandeira, também na Aurora; Clarice Lispector, Praça Maciel Pinheiro; Mauro Mota, na Praça do Sebo; Chico Science, no memorial do artista (Rua da Moeda); Solano Trindade, no Pátio de São Pedro; Ascenso Ferreira, no Cais da Alfândega; e Luiz Gonzaga, na Estação Central do Metrô. O projeto foi iniciado em 2005 e concluído em 2007 e tem por objetivo homenagear expoentes da cultura pernambucana e aproximar a história deles do público recifense. Para a elaboração do trabalho, a Prefeitura do Recife, em parceria com o Banco do Brasil, investiu mais de R$ 270 mil.

O trabalho foi desenvolvido pelo artista plástico Demetrio Albuquerque. O escultor utilizou alguns critérios para escolha dos locais onde foram implantadas as obras. “Os monumentos estão situados em locais que fizeram parte do cotidiano do artista ou em espaços que foram abordados na obra do poeta”, explicou.

Antônio Maria ficou na Rua do Bom Jesus porque é um local de boêmia e grande movimento cultural. Já o poeta Joaquim Cardozo está na Ponte Maurício de Nassau devido às citações encontradas na obra do poeta sobre o Rio Capibaribe. Ascenso Ferreira ficou no Cais da Alfândega em cima de pilhas de livros, local bastante visitado pelo poeta. Como o Arquivo Público foi um local onde Mauro Mota trabalhou, a Praça do Sebo, muito freqüentada pelo escritor, foi o local escolhido. Finalmente, Luiz Gonzaga ficou situado na Estação Central para homenagear os migrantes nordestinos.

Outra característica encontrada nas estátuas é a interatividade. Todas as obras possuem algum aspecto que proporcionará aos visitantes a sensação de proximidade do artista. “Todas esculturas possuem um ponto de interação. A exemplo da peça de Antônio Maria, onde ele se apresenta ao pé de uma mesa de bar com um banco vazio ao seu lado, aguardando a visita de alguém”, afirma o Albuquerque.

www.recife.pe.gov.br

quinta-feira, 8 de março de 2012

Floro Bartolomeu


Floro Bartolomeu da Costa (Salvador, 17 de agosto de 1876 — Rio de Janeiro, 8 de março de 1926) foi um médico e político brasileiro, filho de Virgílio Bartolomeu da Costa e Carolina Costa.
Formado pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1904, chegou ao Ceará em 1908, atraído pela mina de cobre de Coaxá, no município de Aurora, mas acabou fixando moradia em Juazeiro do Norte onde adquiriu uma farmácia e passou a atender a população, como médico e também como rábula.
Tornando-se amigo do padre Cícero Romão Batista, convenceu-o a ingressar na política, visto que o Vaticano suspendera suas ordens religiosas.
Em 1912, Marcos Franco Rabelo foi nomeado interventor do Ceará pelo presidente Hermes da Fonseca. Logo que assumiu o governo estadual, Rabelo tratou de minar o poder de Padre Cícero, destituindo-o da prefeitura de Juazeiro do Norte e ordenando sua prisão. Floro Bartolomeu, então, convocou os romeiros a se juntar a seus jagunços com o intuito de defender Padre Cícero. Enquanto isso, Floro foi para o Rio de Janeiro onde conseguiu o apoio do senador Pinheiro Machado.
A tropa juazeirense evitou a entrada das forças policiais de Franco Rabelo em Juazeiro e, em seguida, partiram para Fortaleza, para derrubar o governador. Com o apoio de Pinheiro Machado, Franco Rabelo foi deposto e Floro eleito deputado estadual, ocasião em que exerceu a presidência da Assembleia Legislativa. A revolta ficou conhecida como sedição de Juazeiro.
Em 1921, surgiu um boato de que os habitantes do Sítio Baixa Dantas estavam venerando um boi de Padre Cícero como a um Deus. Para contornar a situação, Floro Bartolomeu ordenou que o boi fosse morto e o beato José Lourenço, líder do sítio, fosse preso.
Em 1925, o presidente da República Arthur Bernardes encarregou Floro Bartolomeu, na época deputado federal, de defender o Ceará dos ataques da coluna Prestes. Então, Floro montou o Batalhão Patriótico. Algum tempo depois da formação do batalhão, se espalhou a notícia de que a coluna Prestes tinha entrado em confronto com Lampião, em Pernambuco. Ao tomar conhecimento disso, Floro, usando o nome de Padre Cícero, sem que o sacerdote soubesse, convidou o cangaceiro a se incorporar ao Batalhão Patriótico para combater Prestes.
Lampião, que era devoto de Padre Cícero, aceitou o convite e partiu para Juazeiro, mas não encontrou Floro, que havia viajado para o Rio de Janeiro por motivos de saúde. Padre Cícero ficou perplexo quando soube que Lampião estava em Juazeiro para servi-lo. Ao encontrar Lampião e seu bando, Padre Cícero os aconselhou a abandonar o cangaço e lhes deu rosários de presente, com a condição de que só usassem depois de abandonar o cangaço.
Os cangaceiros deixaram Juazeiro, mas antes Lampião recebeu a patente de capitão do Batalhão Patriótico das mãos de Pedro de Albuquerque Uchoa, funcionário público e integrante do batalhão. Os bandos de Lampião e o de Prestes nunca se encontraram.
Em 1926, Floro Bartolomeu faleceu, solteiro e pobre, na capital federal, vítima de angina. Era, na ocasião, general honorário do Exército e deputado federal. Foi enterrado com as honras de seu posto militar.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Maria Bonita


Maria Gomes de Oliveira, vulgo Maria Bonita (Glória, 8 de março de 1911[1] — 28 de julho de 1938) foi a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros.
Inacinha, companheira do Cangaceiro Gato

Nascida no sítio Malhada da Caiçara, do município de Paulo Afonso, na época município gloriense, na Bahia.

Depois de um casamento frustrado e fracassado, no qual não gerou filhos, em 1929 tornou-se a namorada de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, conhecido como o "Rei do Cangaço".

Morando na fazenda dos pais, um ano depois do namoro foi chamada por Lampião para fazer efetivamente parte do bando de cangaceiros, assim se tornando a mulher dele, com quem viveria por longos oito anos.

Com o cangaceiro, Maria Bonita teve uma filha de nome Expedita Ferreira Nunes, que ela e o marido deram para um casal de amigos vaqueiros criar, e os gêmeos idênticos Arlindo e Ananias Ferreira de Oliveira, que morrerram ainda bebês.[2]. Ela engravidou duas vezes seguidas e em ambas as gravidez perdeu os filhos, sendo eles natimortos, ou seja, morreram no parto. Engravidou mais três vezes, mas sofreu três abortos.

Morreu em 28 de julho de 1938, quando foi degolada ainda viva pela polícia armada oficial (conhecida como "volante"), assim como Lampião e outros nove cangaceiros.

Wikipédia

quarta-feira, 7 de março de 2012

SETE DIAS DE SAUDADES



Sete dias, para nós uma eternidade, pois a dor, a tristeza e um sofrimento que acompanha desde aquele recente primeiro de março, quando Deus recolheu para si a nossa inesquecível Maria de Lourdes Costa, nossa Dorinha, deixando um vazio e uma dor dilacerante em nosso peito, da qual tenta-nos sucumbir, mas a força que temos Deus, a confiança que ele nos passa, coisa essa que a nossa mamãe Dorinha desde a nossa tenra idade passou para nós, sermos um bom cristão.

Nesses dias posteriores a sua morte, ficamos recebendo o conforto dos parentes e amigos, que conosco galgaram nessa jornada árdua chamada vida. E nós recordando a melíflua pessoa que foi nossa mãe. Ela foi aquela pessoa que semeou flores entre os matagais de espinhos dessa vida, flores essa que sempre amenizou e a amenizará quando os espinhos da vida quiserem nos perfurar. Víamos o seu sofrimento, sua luta, e nós sofrendo junto com ela, por saber que nada podemos fazem, para cessar o seu sofrer. Mas fazíamos tudo que tivesse ao nosso alcance para aliviar suas dores.

Hoje aqui estamos reunidos na casa do senhor, para agradecer a Deus por nos ter concedido o privilegio de poder contar com a presença doce e suave de nossa Dorinha. Uma mulher que não tinha maldade, a bondade fluía de seus poros, contagiando a todos que lhe rodeavam. Querida de seus pais foi amada pelo seu esposo, mimada pelos seus irmãos, querida dos sobrinhos, seu filho na vida material ela colocava em primeiro lugar e era o xodó dos netos. Faltam-nos palavras para descrever a pessoa de nossa Dorinha, pois suas qualidades superam seus defeitos e somos cônscios que essas qualidades são pontos favoráveis ao adentrar as moradas celestiais, pois praticar o bem é uma meta máxima na faculdade da vida, e a Dorinha foi o que mais soube fazer, durante a sua estadia nessa faculdade chamada terra. Descanse em paz e aqui ficam as saudades dos seus netos, noras, bisneto, primos, cunhados, sobrinhos, parentes e amigos, e principalmente de nós seus filhos que agora derramamos uma lágrima de saudades.

Israel Batista

Recife 05/03/12