segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O repúdio a transposição


Às vezes o progresso pega a mão da contra mão
Quem disse que no Sertão tava precisando de transposição
O que era fauna e flora exuberante está sendo enterrada no chão
O que era um Rio São amanhã desolação
Diga não a transposição!
Diga não a transposição!
Tome uma posição
Saia da contra mão
Faça mais uma canção
Tal qual o azulão
Quem já se viu de um Rio mudarem a direção
Sem pedir a permissão?
Do que o Sertanejo precisa é que melhor se reparta o pão.

Rosemary Borges Xavier

Nenhum comentário:

Postar um comentário