terça-feira, 25 de outubro de 2011

Chegando ao final de mais uma reta ou torta, não pela sinuosidade geométrica

O ano de 2011 já está suspirando seus dias finais. Vem aí a temporada de “pessoas” se tornarem mais hipócritas, mais falsas do que já são. Nas empresas as convencionais confraternizações, sorrisinhos pelos cantos da boca, mostrando a tradicional cor amarela. Aqueles abraços onde muitas vezes a intenção verdadeira é querer apertar e sufocar o semelhante. E as lembrancinhas, uns levam as de 1,99 e tentam enganar quem recebe fazendo entender que custou pelo menos 10 vezes este valor. Mas, um ano sendo consumado e não bem consumido, pôs consumo em nosso país é sinônimo de “torrar a grana” com o supérfluo.  E todos na virada do calendário desejam a tão sonhada paz, alguns realmente fazem ela se tornar realidade, buscam harmonia, conforto para a alma delas e deixam as demais mais leves também, pois sem esta busca não se consegue chegar a este tão maravilhoso bem. E já não adianta mais tentar levar ao entendimento de que no dia 25 de dezembro (data convencional), vai se celebrar o nascimento do ser da maior grandeza que veio a este plano para plantar a melhor e mais pura semente (o amor). De vez enquando, porém deveria ser sempre, me faço o questionamento: Somos elos perdidos dentro de nós mesmos, tentando unirmos, ou somos um amontoado de células, que se multiplica apenas para morrer e virar adubo? Até mesmo o mais vil ser tem esta função. O que somos mesmo e para que somos?
Rosemary Borges Xavier

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