
colibri que voa, voa
à procura de uma flor
vai matando sua fome
num puro gesto de amor
beija, beija, colibri
vai beijando sem parar
invejo-te ó colibri
que nunca paras de beijar
colibri de canto agudo
que canta pelo jardim
vai acordar aquela ingrata
e fazê-la lembrar de mim
colibri que beija, beija,
tu me matas de ciúme
roubaste minha querida
e deixaste a flor de minha vida
sem mel e sem perfume.
Raimundo Américo Lira
















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