quarta-feira, 6 de julho de 2011

MERCADO CENTRAL (VELHO) DE CEDRO VOLTA A SER DESTAQUE NEGATIVO NA IMPRENSA DO ESTADO






Conterrâneos, na última segunda-feira, dia 27 de junho, a Coluna Voz dos Municípios, do Jornal Diário do Nordeste, voltou a dar destaque a situação de abandono e deterioramento do Mercado Velho de Cedro, desta vez, a pedido do comerciário Alberto Pinho.

Na oportunidade, parabenizo o seu Alberto, que tão bem exerceu a sua cidadania, procurando levar ao conhecimento dos meios de comunicação os descasos por ele vivenciados.

É lamentável saber que a gestão pública do Cedro não tem o desenvolvimento da cidade como ação prioritária. A situação de abandono deste mercado não se constitui como fato isolado, apenas mostra que toda a estrutura patrimonial da cidade está em decadência.

O gestor e sua equipe não encontram tempo para projetar medidas de recuperação deste patrimônio, nem tão pouco, de captar recursos junto aos Governos Estadual e Federal, para reverter esta situação de abandono que vive a nossa cidade. Porém, encontram tempo suficiente para mover na justiça uma ação de despejo contra quatro permissionários do Mercado Público José Fernandes Teixeira (Novo), por não rezarem em sua cartilha.

A Justiça, que não aceitou os argumentos fajutos apresentados pelo prefeito, proferiu sentença no dia 02 de maio de 2011, obrigando a Prefeitura a renovar a autorização de ocupação dos boxes pelos referidos permissionários.

O gestor, Inconformado com a derrota na justiça, reajustou as taxas de uso dos boxes, passando de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) para R$ 70,00 (setenta reais), na parte externa, e de R$ 8,50 (oito reais e cinqüenta centavos) para R$ 35,00 (trinta e cinco reais), o uso da parte interna. O aumento seria talvez coerente se os permissionários tivessem recebido reformas em suas instalações, como isso não aconteceu, fica evidente a forma discriminatória de tratar a sua gente.

Aproveito a ocasião para publicar fotos que foram cedidas por um internauta e que confirmam a verdadeira situação de abandono e desprezo do Mercado Central (Velho) de Cedro.

Enviado por Doutor Nilson Diniz
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